noema chasmata

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A dois tempos À feição de Baudelaire May all… A minha alma é do mundo No alto mirante A soft paper in the hands of an origami maker Cortina de chão Chiropterophilic Occult Design Corolários, teoremas e preceitos… Dádiva de um Imortal (Villanelle) Da impossibilidade dos sonhos Dos limitados Da maleabilidade onírica Desfaço-me no correr das horas… Do reconhecimento Devanear é ruar sem pés… Estuporo-me de laicos vinhos… Estropio, por vezes… Esperneio reconfortos atiçados… Eis-me, Selene, acordado Estar feliz é não estar triste… Foi por pensar nele… Um ponto morto Há uma certa paz na bruma… Higienizo os pensamentos Há uma flor que não chega ao extramundo Há uma voz que me chama… Há uma vera labradorescência… Fluxo recíproco de energias… Tudo é… Ler é estupefaciente bastante Like a girl, I dawdle life Mirando faces aleatórias Há um saudosismo inerente à minha oscitação marítima O movimento é a orquestra do mundo… Numa alvorada silente No deserto acidental Não existe perfeição… Não há graça maior… «O niilismo é metafísico. Bem-Mal são para ele objeto, não-ser, portanto…» Há, no silêncio… Não sinto mesmo nada O dileto momento Há uma rematada lisonja… O homem cristalino e a espiral empedernida O nada transcede o todo O Páramo dos Sonhos Desfalecidos «O ser, adentro do Universo, analisa-o de fora» (Schopenhauer) O teu talhe ondula… Poesia alta é poesia fingida… Parasito a sociedade… P. dos S. D. Perspective (of Tediums & Dreams) Pressagiar a vida… Rousseau errou no dia… Recostado no cadeirão… Remorsos, sentimentos vivazes… Sei-me ao nível… Tragédia Apolínea Things are things of their own Trechos, excertos, vagas expressões… ‘Twixt mountains, more than two (Villanelle Variation) Por ser infinito é o universo imperfeito… Um distribuidor de panfletos… Unabashed Madman Uma concha Um pensamento que lá vai Veil thee, now self-concrete Vulto da perfeição