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«O ser, adentro do Universo, analisa-o de fora» (Schopenhauer)



Sócrates entende o seu desentendimento; Deus somente desentende. Ser vulgar é ser o oposto do que é Sócrates e metade do que é Deus.

Vulgar como natural, não como vulgo.

É impossível escapar a uma doença que toda a gente denota; e o isolamento é porém a implosão de uma outra enfermidade, na tentativa de aniquilar o que se acha forçosamente centrípeto — monge incauto e leviano, senhor incrédulo das falácias; na província sou dono do redor, senão de mim. Não se toca em Deus no ombro por afastar uma compreensão oca. Mesmo assim, ele se torce e vê, no nada que o chamou, uma presencial nolição do nada; de semelhante maneira o moralista divulga sistematicamente a caligem de um preceito baseado no silogismo.