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Estar feliz é não estar triste…



Estar feliz é não estar triste e estar triste é não estar feliz; no fundo, tudo é uma contraposição a alguma coisa, um reconhecimento do oposto. Pensar tudo isto oposto a ruar com um propósito coerente, como ir à mercearia episódica, ou alimentar os patos no lago consuetudinário; até o ato de pensar rejeita, na sua essência de ação ambivalente e maleável, uma consciência involuntária, que é o Logos.
Há sóis e luas mais concretos que outros sóis e luas — os primeiros não participam das metagoges dos românticos; pobres astros mergulhados no acaso das sensações!

Ser romântico é ser frivolamente, misturadamente empático e antropomorfista.