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Não existe perfeição…



Não existe perfeição, porquanto a conduta é involuntariamente mutável, ou, mais precisamente, condicionável perante o circundante.
Há, no instante das decisões, um fluxo de impulsos arbitrários e contracorrentes peremptórias, provenientes ora do âmago, ora de concepções lábeis. A encruzilhada é vesga e, simultaneamente, brumosa; tornando a propensão estatisticamente falaciosa. Volições sem fundamento revelam um procedimento néscio e símil ao dum sem-abrigo, aquando este instiga a chuva, sabendo-se ao relento.