Não existe perfeição, porquanto a conduta é involuntariamente
mutável, ou, mais precisamente, condicionável perante o
circundante.
Há, no instante das decisões, um fluxo de impulsos arbitrários e
contracorrentes peremptórias, provenientes ora do âmago, ora de
concepções lábeis. A encruzilhada é vesga e, simultaneamente,
brumosa; tornando a propensão estatisticamente falaciosa.
Volições sem fundamento revelam um procedimento néscio e símil
ao dum sem-abrigo, aquando este instiga a chuva, sabendo-se ao
relento.